O Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) é uma instituição de Educação e Pesquisa Científica, pacifista, laica, universalista, sem fins de lucro, não doutrinária, independente, que se destaca pela excelência em cursos e publicações técnico-científicas sobre as ciências Projeciologia e Conscienciologia.
As ciências Projeciologia – estudo da Projeção da Consciência ou da Experiência Fora do Corpo - e a Conscienciologia - pesquisa da consciência, ego ou personalidade de maneira integral - foram propostas no Brasil e vêm conquistando espaço internacional, propondo novo paradigma para pesquisar a consciência.
Nas pesquisas projeciológicas e conscienciológicas, a consciência é estudada através do paradigma consciencial, facultando-lhe atuar, ao mesmo tempo, na condição de pesquisador, experimentador e objeto de pesquisa. São considerados outros corpos de manifestação, além do corpo biológico, a atuação em dimensões físicas e extrafísicas, o histórico de vidas e as interações bioenergéticas com seres e ambientes.
As pesquisas e as atividades oferecidas - Palestras Gratuitas, Seminários de Pesquisa, Cursos, Publicações, Congressos e Worshops - objetivam expandir e melhorar o entendimento da natureza humana e o desenvolvimento das habilidades parapsíquicas, através da investigação científica das manifestações da consciência, da experiência fora do corpo, da experiência de quase-morte (EQM) e demais fenômenos projeciológicos.
Fundado há mais de duas décadas (1988) e reconhecido com o título de Utilidade Pública Federal desde 1998, o IIPC atende à sociedade nas áreas Educacional, Empresarial e de Saúde, por meio de estrutura administrativa, docente e de pesquisa, em sistema de voluntariado técnico-científico. Possui pesquisadores atuantes em 15 Centros Educacionais de Autopesquisa localizados nas principais cidades brasileiras e 3 representações no Exterior.
No Brasil, os Centros Educacionais de Autopesquisa IIPC localizam-se em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Foz do Iguaçu (PR), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Salvador (BA), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Foz do Iguaçu (PR) onde também está sua sede administrativa. As atividades do IIPC são oferecidas também em aproximadamente 60 Núcleos de Extensão - cidades que não possuem estrutura administrativa.
No exterior, o IIPC possui atividades em Buenos Aires (AR), Montevidéu (UY) e Luanda (AO).
FONTE: www.iipc.org
V Café com Ciência com Ismael Pinheiro Jr.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Livraria IIPC RJ Realiza o Primeiro Café com Ciência
A escritora Dalva Moren prestigia o evento junto aos autores convidados
Os autores assinam o livro dos professores do IIPC RJ Juliana Puppin e Leon
A professora do IIPC RJ, Alexandra Micherla, tambem quis o seu autógrafo
Angêla Gonçalves do IIPC RJ posa ao lado dos autores de Dinâmicas Parapsíquicas
Encontro de autores: Moacir Gonçalves, Rosemary Salles e Dalva Moren
Elisa Suero do IIPC RJ ganha o autógrafo dos autores
sábado, 18 de junho de 2011
Moacir Gonçalves e Rosemary Salles Lançam Livro no Café com Ciência
O Evento Café com Ciência, promovido pela Livraria do IIPC RJ, terá a sua primeira edição na próxima segunda-feira, dia 20, às 19:00h, no auditório da sede do IIPC em Copacabana, Rio de Janeiro, recebendo os escritores Moacir Gonçalves e Rosemary Salles para uma noite de palestra e debate sobre a obra recentemente lançada pela dupla, "Dinâmicas Parapsíquicas."
"As Dinâmicas Parapsíquicas são atividades grupais regulares para práticas bioenergéticas, em campos propícios ao desenvolvimento lúcido do parapsiquismo e à teática (teoria e prática) interassistencial multidimensional, realizadas no campus do CEAEC - Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia.
A obra evidencia o resultado dos esforços voluntários dos autores na criação, coordenação e acompanhamento de experimentações semanais ininterruptas, ao longo de 7 anos de atividades, compondo inventário técnico abrangente de mais de 14 tipos de práticas voltadas para as interações parapsíquicas assistenciais e a busca diuturna da desperticidade." (CONTRACAPA)
Não perca esse encontro de autores e leitores. Venha ouvir a gênese de uma gestação consciencial, inspire o seu mentalsoma e participe da primeira edição do Café com Ciência na sede do IIPC Rio de Janeiro!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
O Avião Está em Chamas!
O Livro A Volta de Bruce e Andrea Leininger, escrito com a colaboração de Ken Gross, romancista e escritor de não-ficção, conta a história verídica do filho do casal, James Leininger, um menino que desde os dois anos de idade passou a reviver os últimos momentos de sua vida anterior. Primeiro, sofrendo com pesadelos, e depois, narrando nomes de todos com quem conviveu e fatos que ele conseguia rememorar da época em que foi um piloto da Força Aérea Americana na Segunda Guerra Mundial.
Carol Bowman conta no prefácio do livro que o dr. Ian Stevenson, ex-diretor do Departamento de Psiquiatria da Escola de Medicina da University of Virginia, pesquisou durante quarenta anos lembranças espontâneas de vidas passadas de crianças, começando no início da década de 1960. Em 2007, quando morreu, ele havia rigorosamente investigado e meticulosamente documentado quase 3 mil casos. Cerca de 700 dessas crianças, geralmente com menos de 5 anos, tinham recordações tão claras de vidas anteriores que se lembravam de seu antigo nome, do lugar onde tinham vivido, do nome de parentes e de detalhes muito específicos que, segundo o dr. Stevenson, elas não poderiam razoavelmente conhecer na vida atual. Os resultados dessa pesquisa vão muito além do que podemos considerar acaso ou coincidência.
A própria Carol Bowman, autora dos livros Crianças e Suas Vidas Passadas e Return from Heaven, começou a pesquisar casos de rememoração de vidas passadas ocorridos em crianças há vinte anos, depois que seus dois filhos tiveram suas próprias lembranças de vidas anteriores. O efeito cascata dos seus trabalhos não tardou a acontecer. Depois da publicação do livro Crianças e Suas Vidas Passadas, em 1997, Carol recebeu milhares de e-mails de pais cujos filhos haviam tido ou esta
vam tendo lembranças espontâneas de vidas passadas. A mesma resposta ele teve em seu site (www.reincarnationforum.com). Sengudo Carol, os casos pesquisados mostravam que o fenômeno tinha padrões repetitivos: fobias, pesadelos, talentos súbitos, habilidades desconcertantes e demonstrações de discernimentos com relação a assuntos dos adultos que as crianças não poderiam, de maneira alguma, conhecer aos dois anos de idade.No entanto, entre todos esses casos estudados, aquele que indubitavelmente conseguiu chancelar a evidência de que a consciência humana sobrevive à morte física e está imantada à uma série contínua de existências (seriex) é o de James Leininger, tema do livro A Volta. Simplesmente por apresentar fatos irremediáveis que comprovam o experimento ressomático como parte indissociável da realidade consciencial - e contra fatos não há argumentos.
Filho de pais cristãos, e até então descrentes de qualquer coisa que não os levasse ao paraíso por via cristã, morando primeiro no interior do estado do Texas e depois no da Lousiania (o que não é fácil para se formar com uma mente aberta), James, aos 3 anos de idade, podia descrever fatos da Segunda Guerra Mundial com uma clareza impressionante: o seu avião, nomes de amigos aviadores, de oficiais, além de saber o seu próprio nome como piloto, assim como o do porta-aviões no qual servira na época. Narrava tais fatos com uma convicção tão inabalável que as pesquisas realizadas a partir dos seus relatos trouxeram à superfície, com a ajuda de microfilmes, vídeos, diários de bordo, fotos e documentos, todo o corpo de militares do porta-aviões Natoma Bay.
Todos os fatos narrados pelo menino James foram comprovados por seus pais, amigos, ex-combatentes, pesquisadores e estudiosos em geral, com evidências tangíveis, tornando a ressoma uma parte inquestionável do ciclo natural da vida. Seu nome era James Huston Jr., piloto da Força Aérea Americana, morto na Segunda Guerra Mundial, na Batalha de Iwo Jima.
A Volta; Editora Best Seller; 319 páginas
quinta-feira, 2 de junho de 2011
A Desmistificação da Maternidade
O caminho trilhado pela autora para superar as debilidades físicas, que a impediam de ser mãe, mostra ao leitor o quanto a busca pelo autoconhecimento é um movimento solitário, persistente e contínuo da consciência que quer evoluir. Esse caminho, que cruza transversalmente com a autoaceitação, exige mais disciplina e determinação dos seus empreendedores quando suas escolhas são feitas fora do escopo da massificação cultural e social pela qual somos fisgados desde tenra idade. É preciso coragem para evoluir, uma vez que a nossa evolução depende muitas vezes de boas remadas contra a correnteza e uma boa dose de convicção de que estamos remando para o lado correto.
Já nos primeiros capítulos, notamos a preocupação da autora em criar um colóquio reconciliatório consigo mesma e para com os demais que viveram ao seu lado a fase dos embates pro-maternidade. É possível que o trauma da obnubilação pela qual passou e da qual emergiu para superar seu drama pessoal, tenha perdurado até o momento em que a autora deixou de se ver como uma consciência intrafísica e transitória e passou a enxergar mais claramente a sua condição de consciência pluriexistencial, com uma programação de vida que não tinha a maternidade em seus planos. Esse rompimento com o que deveria ser para dar lugar ao que de fato importa foi doloroso, mas bem sucedido ao final. Os amparadores olham o futuro; os assediadores, o passado. Afinal de contas, não é evolutivo só fazermos aquilo que queremos, mas o que precisa ser feito. E Jackeline fez.
O livro está disponível nas principais livrarias, mas pode também ser adquirido no site da Hama Editora http://www.hamaeditora.com.br/index.php e na livraria do CEAEC (Centro de Altos Estudos da Consciência), em Foz do Iguaçú.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Reciclagem e Programação Existencial: do Livro ao Filme, a Experiência de Dannion Brinkley
Entre a intenção e o gesto de mudar, entretanto, há um abismo, ou melhor, um mata-burro que nos impede de prosseguir no caminho da mudança. Hesitamos diante dele, avaliamos os ganhos, tememos o pior, fraquejamos na vontade e receamos dar o próximo passo; esquecemos do nosso compromisso evolutivo, das nossas responsabilidades e do trabalho a ser feito a partir das mudanças. Entramos nos estreitos limites do restringimento físico, esquecemos a realidade pluri-existencial, da nossa procedência extrafísica e desprezamos nossas habilidades para realizar a programação determinada. É sempre mais fácil recorrer ao caminho mais simples e prático, aquele que não exige esforço, e por isso optamos pelo mais desejado em detrimento do que é necessário. Porém, alguns compromissos já estão determinados, o posicionamento consolidado e a vontade estabelecida em algum recôndito intraconsciencial. Basta apenas uma senha, uma imagem, um sonho, um evento, qualquer sinal que nos lembre que esses compromissos existem no universo intraconsciencial e que chegou a hora de colocá-los em prática. Às vezes, é preciso um trem descarrilhar para entrarmos nos trilhos. Outras vezes, é necessário um raio cair bem na nossa cabeça para produzir uma mudança relâmpago. Foi exatamente isso o que aconteceu com Dannion Brinkley.
Em 1975, um jornal da cidade americana de Augusta, no estado da Geórgia, publicou a notícia de que um jovem da Carolina do Sul havia sido atingido por um raio. O jovem se chamava Dannion Brinkley e até então ele nem suspeitara de que houvesse EQMs (Experiências de Quase Morte) e muito menos o que elas significavam. Dannion foi atingido por um raio enquanto falava ao telefone em casa, numa noite de tempestade. A descarga elétrica veio pelo fio do telefone, atingiu o seu pescoço e o levantou metros do chão. Dannion teve uma parada cardíaca da qual só conseguiu se recuperar horas mais tarde, num hospital, quando os médicos já não acreditavam mais na sua recuperação. Em coma, ele sobrevoou o próprio corpo, a sala médica, e foi além, à uma paragem extrafísica para ter com uma equipe de 13 consciências preocupadas com o seu destino na Terra. Reunido com o time que mais tarde ele descreveria como formado por 13 “espíritos de luz,” Dannion viu passar diante dos olhos o filme da sua vida até ali.
Na época em que o raio o atingiu, Dannion era uma consciência pertubada, um "garotão" de mais ou menos 30 anos, com todos os defeitos deslocados de um adolescente no auge da fase da afirmação. Era impaciente, imaturo, intolerante, egoísta, agressivo, briguento, individualista, cruel etc., citando apenas algumas de suas desqualidades. Casou-se com uma mãe, na verdade, a quem chamava de esposa, tal era o zelo e o comando desta mulher para com ele. Na pequena cidade em que vivia, Dannion era conhecido pelas suas brigas, confusões e até ações criminosas - ele já havia ateado fogo numa residência com toda a família lá dentro, quando tinha 12 anos, ou perto disso. Enfim, o filme da sua vida lhe apareceu diante dos olhos tal um documentário policial, com cenas de violência, refregas e confusões constrangedoras. Quando viu as imagens de tudo de errado que havia feito, ele ficou triste e chorou. Sentiu na pele, pela primeira vez, a gravidade do seu desvio e as consequências da sua dissidência extrafísica. Estava muito distante da consciência que devia ser para cumprir a programação existencial planejada e perdido o suficiente para não encontrar uma saída. Renascer para Dannion fez com que ele caísse no limbo de um esquecimento nocivo, pois a grande "virada de mesa" existencial, o que veríamos depois, não aconteceria de outra forma senão por meio de uma EQM irremediável. Sem o propósito de uma reciclagem séria, ele seguiria em automimese, repetindo erros motivado por sua índole agressiva.

Quando deixou o hospital pela primeira vez, Dannion experimentou o avanço descomunal do seu parapsiquismo. Ganhou o talento da premonição e uma incrível perceção energética. Podia prever eventos de um futuro distante e captar dados da história pessoal (holobiografia) de qualquer pessoa que estivesse na sua frente. Além, disso, passou a se projetar com frequência. Nessa época, procurou o dr. Raymond Moody, famoso por seus estudos de EQM e então uma autoridade em experiência projetiva nos Estados Unidos, além de também ser o autor do livro "Depois da Vida" e do ótimo documentário "Vida Depois da Morte," ambos sucessos de venda nos Estados Unidos e, mais tarde, em todo o mundo. O primeiro encontro entre Dannion e dr. Moody aconteceu numa das palestras que o médico dava nos Estados Unidos. "Eu estava fazendo uma palestra numa universidade estadual da Carolina do Sul a respeito de experiências de quase-morte e de meus estudos com pessoas que haviam tido essas experiências profundamente espirituais," conta o dr. Moody. "Durante o período de debates, no final da palestra, Dannion levantou a mão e nos falou de sua experiência. Ele deixou a platéia fascinada com a sua dramática história." Dr. Moody havia lido sobre o caso de Dannion Brinkley no jornal local e desde então ficou interessado em conhecê-lo.
Os dois voltariam a se encontrar mais tarde, mas, após aquela primeira palestra, Dannion refugou. Com a experiência do debate científico, ele pensou que as suas vivências eram de fato doidas demais para fazer as pessoas acreditarem no que estava dizendo. Ele resistiu aos pedidos do dr. Moody para um novo encontro, mas a obstinação do médico acabou por vencer a resistência de Dannion. "Mais tarde, consegui marcar um encontro para entrevistá-lo e fui à casa dele para ouvir sua história," conta o dr. Moody. "A partir desse dia, a experiência de quase-morte de Dannion Brinkley permanece como uma das mais notáveis que já ouvi. Ele viu o próprio corpo morto por duas vezes, quando saiu dele e quando retornou, e, nesse intervalo, foi para um reino espiritual habitado por seres bondosos e poderosos que lhe permitiram ver sua vida numa completa retrospectiva e avaliar seus êxitos e suas imperfeições. Depois foi para uma linda cidade de cristal e luz, e ficou na presença de treze seres de luz que o inundaram de sabedoria."
Com o dom da premonição adquirido (ou melhor, recuperado) na dimensão extrafísica, após a série de EQMs, Dannion disse em 1975 que o colapso da União Soviética iria ocorrer em 1989 e que seria marcado por problemas causados pela falta de alimentos. Previu também que uma grande guerra nos desertos do Oriente Médio seria deflagrada quando um país pequeno fosse invadido por um outro maior. Segundo Dannion, as consciências extrafísicas, com quem ele se encontrava durante as EQMs, lhe disseram que haveria um sério conflito entre dois exércitos em 1990. A guerra da qual eles estavam falando era, naturalmente, a Guerra do Golfo. Dr. Raymond Moody e Dannion Brinkley se tornariam amigos íntimos e uma parceria de trabalho nas palestras sobre EQM nos Estados Unidos. Até lá, Dannion teria pela frente uma fase de reciclagens existenciais e intraconsciencias sérias, que lhe exigiriam muito esforço, pois deveriam acontecer em tempo relâmpago, ou seja, na mesma velocidade que o raio havia lhe atingido dentro de sua própria casa. Esse esforço seria recompensado por tudo de positivo que aconteceria a Dannion nos anos seguintes, após essa trasformação, num processo exemplar de coragem para evoluir.
No filme do diretor Lewis Teague, uma produção de 1995, hoje apenas disponível no Brasil em VHS, o ator Eric Roberts fez muito bem o papel de Dannion Brinkley, representando de maneira convincente o período da sua transformação de caráter. Sua atuação elogiada lhe valeu uma indicação ao Prêmio Emmy e ao Globo de Ouro. No período em que passou do bandido odiado pela população da cidade ao mocinho admirado por muitos, vemos uma sequência muito boa de exemplos do que acontece quando mudamos radicalmente nossas atitudes patológicas. Em geral, o que vemos é que algumas companhias (físicas e extrafísicas) simplesmente nos deixam de lado (ou as deixamos para trás), outras fazem reciclagens ao mesmo tempo e seguem conosco a nova trilha, outras resistem, mas no fim elas se modificam também e seguem ao nosso lado. Isso é válido tanto para colegas e amigos, quanto para familiares, próximos ou distantes. Sendo a evolução da consciência de caratér individualíssimo, nesse momento, a referência deve estar sempre na nosssa frente, na escala evolutiva, e não nos que ainda estão presos no mimetismo acachapante, improdutivo e espúrio.
O filme do diretor Teague apresenta uma rica sequência de eventos parapsíquicos expostos com muita didática e o roteiro não deve ter ficado muito distante da realidade conforme narrada no livro "Salvo Pela Luz (Saved by The Light)" que Dannion Brikley escreveu para contar suas experiências, pois não há nada no filme que não possa acontecer com qualquer um de nós.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
A Superação do Assédio em Pauta
O parapsiquismo é uma função natural humana, comum a todos em maior ou menor grau, através da qual vivenciamos as percepções extrassensoriais e com a qual estabelecemos a comunicação interdimensional. Também conhecido por paranormalidade, o parapsiquismo é uma ferramenta evolutiva essencial, utilizada pela consciência para transpor os limites da realidade física a fim de alcançar maior discernimento e lucidez perante a realidade multidimensional. Para isso fazemos uso dos veículos de manifestação (soma ou corpo físico, energossoma ou corpo energético, psicossoma ou corpo das emoções e o mentalsoma ou corpo mental) e das nossas potencialidades bioenergéticas.
O parapsiquismo, que está associado à mediunidade, é uma habilidade que pode ser desenvolvida de maneira sadia pela consciência empreendedora em sua evolução pessoal. Temas relacionados ao parapsiquismo são cada vez mais comuns em livros, revistas, filmes, seriados, novelas etc., mas raramente são abordados tecnicamente. A autora Cirleine Couto apresenta o resultado de um trabalho sério de autopesquisa, com o propósito de nos mostrar de forma direta, e por vezes crua, a realidade tanto daqueles que encontram-se no período de transição de patamar evolutivo, motivados pela vontade de reciclar traços fardos da personalidade, cientes dos beneficios do investimento na evolução pessoal, quanto dos que simplesmente ignoram tudo isso imersos numa ignorância automimética.
Com uma escrita técnica arrojada e brilhantemente desenvolvida e demonstrando raro domínio do tema, a autora "utiliza a técnica de contrapontos e contrastes, explicita as condições sadias e doentias no emprego do parapsiquismo, a utilização do atributo em prol da evolução, da interassistencialidade, ou na contramão, como instrumento de manipulações conscienciais antievolutivas, além de indicar soluções e terapias para problemas, enigmas e impasses desta complexa área cognitiva humana, ainda pouco explorada cientificamente".
O parapsiquismo é em si um tema obrigatório a todos os que priorizam o autoconhecimento multidimensional e estão investindo na sua evolução pessoal. A gestação consciencial Contrapontos do Parapsiquismo é uma obra que em muito irá lhe auxiliar nesse caminho.
Hábito de Ler Cresce Entre o Público Jovem
A partir de sucessos de venda como Harry Porter e Crepúsculo, o público jovem tem demonstrado que o aumento considerável do hábito da leitura desmente a crença de que jovem não gosta de ler. O consumo de obras juvenis ou best-sellers é, no entanto, apenas o começo de uma longa e construtiva convivência com os livros, pois nota-se que, a partir da leitura dessas obras da moda, o jovem hoje lança-se aos clássicos da literatura, à discussão temática, construindo massa crítica e capacidade de interpretação.
O avanço do cinema, da televisão, dos videogames e da internet precognizavam que o hábito de ler estava fadado a morrer. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o prognóstico parecia irremediável, reforçado pelo fato de que o nosso sistema de ensino andava em inevitável declínio, muito pelo fracasso na missão de formar leitores. Em 2005, por exemplo, a rede de livrarias Saraiva vendeu 277.000 exemplares de títulos voltados para o público infantojuvenil. Em 2010, foram 1,7 milhão, ou seja, um aumento inacreditável de 514% nas vendas de livros para jovens. Além disso, livros de História e Autoajuda têm recebido crescente interesse não apenas dos jovens, mas também da classe adulta. Sucessos como 1808, 1822 ou Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil têm encabeçado as listas dos mais vendidos. É fato que foram os jovens leitores que impulsionaram os maiores sucessos das livrarias na última década.
O hábito de ler acontece através do prazer e da curiosidade e produz um processo de aprendizado acumulativo, desenvolvido de maneira suave, sem esforços desestimulantes. Além disso, a leitura desenvolve o vocabulário, o domínio dos conceitos abstratos, a precisão interpretativa, o senso crítico. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford demonstra uma conexão direta entre a leitura e o sucesso profisisonal. Conduzida pelo americano Mark Taylor, do departamento de sociologia, a pesquisa ouviu 17.200 pessoas nascidas em 1970, comparou as atividades extracurriculares desenvolvidas por elas quando tinham 16 anos com sua posição hierárquica aos 33. A leitura se revelou o único fator que, de forma consistente, esteve associado à ascensão profissional. Para as mulheres, a chance de ter um cargo mais elevado cresce de 25% para 39% quando leem; para os homens, de 48% para 58%. Nenhuma outra área de formação teve impacto mais significativo. A pesquisa não considerou a leitura de livros obrigatórios do currículo escolar, apenas daqueles que os jovens tiveram prazer em ler.
É preciso mostrar aos jovens uma leitura que os satisfaça, seduza, faça-os ler porque eles querem não porque são obrigados. A pedagoga Elizabeth Baldi, fundadora da Escola Projeto de Porto Alegre, afirma que, "exigir a leitura de Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis (na escola) e marcar uma prova semanas depois definitivamente não é o caminho." Ler é indispensável para aqueles que querem se expressar bem. Mostra as diversas possibilidades da língua e enriquece o conhecimento. O escritor Miguel Sanchez Neto diz que, "(a leitura) é a forma mais eficiente de saber e de humanizar-se, colocando-se no papel do outro. Deixa a pessoa mais próxima da civilização e mais distante da barbárie." Isso só pode ser considerado, é bom salientar, quando o leitor procura uma leitura mais seletiva, construtiva e, consequentemente, enriquecedora. "O livro não deve tratar o leitor como consumidor e acompanhante passivo," diz Luís Augusto Fischer, professor de literatura brasileira da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e autor de Filosofia Mínima - Ler, Escrever, Ensinar, Aprender. Mas também é fato que o hábito da leitura segue uma escala de aprimoramento. Convém dizer que, no começo, é preciso ler o que se quer ler, não importando a qualidade; esta chega com o tempo, quando o próprio leitor sente naturalmente que precisa aprimorar a sua leitura, lendo algo mais consistente, sério, edificador. O escritor de best-sellers Tom Wolfe, por exemplo, lia apenas sobre beisebol até os 16 anos de idade.
Igualmemte importante é promover a leitura antes da compra do livro: uma ação motivadora para instigar a curiosidade do leitor potencial. Criar debates, publicar resenhas, entrevistar autores e leitores, promover eventos envolvendo lançamentos de livros podem ser algumas sugestões interessantes. Uma espécie de congraçamento social em torno do livro, uma celebração da leitura. Essa é também uma função da livraria, não apenas do editores.
Matéria baseada na publicação especial da Revista Veja, edição 2217, ano 44, nº 20, de 18 de maio de 2011.














